O Homem Compassional

13.00 

As nossas sociedades foram tomadas pela compaixão. Um “zelo compadecente” para com os despojados, os desfavorecidos, os excluídos, manifesta-se continuamente no campo político. De tal modo que os dirigentes já não hesitam em fazer da sua capacidade de se compadecerem um argumento decisivo a favor do seu direito a governar. Fenómeno circunstancial ou nova figura do sentimento democrático? Myriam Revault d´Allonnes interroga directamente as relações entre a dimensão afectiva do viver-em-conjunto, a natureza dos laços sociais e o exercício do poder. Regressando às origens da modernidade, ela mostra como o papel das paixões e das emoções nunca deixou de alimentar a reflexão sobre a existência democrática, de Rousseau a Arendt, passando por Tocqueville.

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Peso 150 g
Dimensões (C x L x A) 150 × 230 × 10 mm
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