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A Linha do Vale do Sabor – Um Caminho-de-Ferro Raiano do Pocinho a Zamora

Autores:

Alfredo Cameirão, Antero Neto, António Jacinto, Antonio Machado, António Sá Gué, António Salvado, Augusto Gil, Carlos d’Abreu (coord.), Carlos Sambade, Clara Isabel Arribas Cerezo, Daniel Conde, Emilio Rivas, Faustino Antão, Faustino Reis de Sousa, Fernando Pessoa, Guerra Junqueiro, Isabel Cristina Pires, João Mendes Rosa, João Rasteiro, Jorge Abreu Vale, José Paulo Francisco, Juan Gil Segovia, Leandro Vale, Lois Ladra, Manuel Ambrosio Sánchez, Manuel Curros Enríquez, Manuel Ferreira da Silva, pintor, Nuno Gonçalves, Paula Azevedo, Ramiro Salgado, Ramón de Campoamor, Riba Leça, Rosa Gomes, Rute Campanha, Victorino García Calderón, Vitor Sá Machado

 

 

19.00 

Memo

Descrição do Produto

A Linha do Vale do Sabor é resposta na agenda de uns tantos que se interessam pelas nossas coisas. Os comboios voltaram a circular permanentemente e sem interrupção, pelo menos por Carviçais, durante um momentoso fim-de-semana de Julho de 2015.
Se foi no dia 5 de Janeiro de 1989 que “uma locomotiva a vapor saiu de Duas Igrejas em direcção ao Pocinho e recolheu todo o espólio que poderia ser reutilizado”; se há “um certo engano” associado à “alta velocidade”; se o espírito colectivo é assunto comummente reservado a festa, protesto, ou então mediania; se, enfim, há muito do que é importante que não cabe nas estatísticas, então podemos, a partir dos conceitos de perda e equívoco “restaurar as vias que nos unem e nos definem”.
O Caminho-de-Ferro será sempre “obra de muitos e de sucessivas gerações”. Transporte terrestre em rede, “destrona a diligência” e outros veículos. É tema a partir de 1840. Desde o início que lhe foram colocadas reservas, mas atenção, do que se tratava era de levantar a preocupação de não deixar morrer isto ou aquilo por força da novidade, significando possivelmente não mais do que o estremeção que dá, mais tarde ou mais cedo, o sinal da partida.
A via larga. A via estreita. Toda a gente deseja que a “sua via” seja larga. É o senso comum a trabalhar. Por vezes, porém, há vantagem na via estreita. Fazem-se curvas mais apertadas quando tem de ser. E há menos peso de tara circulante.
Estará a Linha do Vale do Sabor no caminho da salvação de boa parte do nordeste transmontano? É uma saída positiva para o estado em que a região se encontra?
Subindo do Pocinho a Moncorvo, prosseguindo mais suavemente até Miranda e, nesse espaço de raia, prolongando-se até Zamora, permite o bom regresso?
Este livro pretende dar respostas a esta problemática.
Carlos Sambade

 

 

Informação adicional

Peso 620 g
Dimensões (C x L x A) 150 x 230 x 22 mm

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Detalhes do produto

  • ISBN : 978-989-8342-59-1
  • Idioma : Português, Mirandês, Espanhol
  • Encadernação : Capa Mole
  • Páginas : 404

Sobre o autor

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