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Por Adelaide Maria Muralha Vieira Machado

A Importância de se Chamar Português: José Liberato Freire de Carvalho na Direcção do “Investigador Português em Inglaterra”, 1814-1819

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Descrição do Produto

Em “O INVESTIGADOR PORTUGUÊS EM INGLATERRA”, jornal literário e político editado entre junho de 1811 e fevereiro de 1819, ao abrigo da liberdade de imprensa vigente em Inglaterra, divulgou e participou no debate político em torno de uma corrente de pensamento, moderada e reformista, que entendia os despotismos, reais ou revolucionários, como algo a evitar.

José Liberato afirmou-se na novel profissão de “jornalista” em 1814 e à medida que as suas “Reflexões” se revelavam perante o público – o povo português e a corte refugiada no Brasil – foi ganhando força a ideia de que o poder teria que ter uma base constitucional, a liberdade não podia ser letra morta e tardia e que Portugal, então sob a regência de Beresford, necessitava de ressurgir como uma nação independente e autónoma.

Informação adicional

Peso 523 g
Dimensões (C x L x A) 175 x 160 x 230 mm

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Detalhes do produto

  • ISBN : 978-989-8890-22-1
  • Idioma : Português
  • Encadernação : Brochado
  • Depósito Legal : 452309/19
  • Páginas : 336

Sobre o autor

Adelaide Maria Muralha Vieira Machado

É doutorada em História e Teoria das Ideias pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade NOVA de Lisboa. Tem um currículo dedicado ao estudo da imprensa periódica, em particular no que se refere a revistas dos movimentos intelectuais e à imprensa colonial intelectual. Publicou vários livros, capítulos e artigos de História contemporânea. Atualmente interessa-se por tópicos que cruzam a imprensa periódica colonial com a ideia de democracia e a importância das redes intelectuais na emergência de uma cultura política de oposição e resistência às ditaduras e impérios coloniais na primeira metade do século 20. Investigadora Pós-doutorada da Universidade de São Paulo/FFLCH subsidiada pela FAPESP com dois projetos “O Impacto cultural do Ato colonial de 1930 no império português: uma perspectiva goesa” e “Delimitação biobibliográfica e enquadramento cultural da rede intelectual goesa de contestação ao estado novo (1930-1945)”. Estes projetos são desenvolvidos enquanto membro do Pensando Goa: uma peculiar biblioteca de língua portuguesa, coordenado por Hélder Garmes. Investigadora do CHAM – Centro de Humanidades da FCSH/Universidade NOVA de Lisboa. Investigadora do CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia do ISCTE/Instituto Universitário de Lisboa. Membro fundador desde 2015 do Grupo Internacional de Estudos da Imprensa Periódica Colonial do Império Português (GIEIPC-IP). Membro desde 2016 do projecto Imprensa e Circulação de Ideias, coordenado por Isabel Lustosa (Fundação Casa Rui Barbosa, Brasil) e Tânia de Luca (UNESP, Brasil). Integrada neste projeto, coordena desde 2018 com Isabel Travancas a Linha: “Imprensa Portuguesa-Brasileira: Política e Cultura”. Membro desde 2017 do projeto Pensando Goa: uma peculiar biblioteca de língua portuguesa, coordenado por Hélder Garmes.

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