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Ricardo Jorge, a Saúde Pública e as perversões do municipalismo

O autor começa por nos apresentar o momento em que Ricardo Jorge tem a sua hégira do Porto por aí não ter possibilidade, dentro organização do Partido Médico Municipal, de combater a peste bubónica.

Inicia, por isso, uma brilhante carreira como Inspetor e Diretor de Saúde, que o levará a defender mudanças na organização dos Partidos Médicos Municipais, procurando libertá-los das peias do poder municipal, que impede, inclusivamente, a boa organização dos matadouros municipais. Entra, por isso, e a título de exemplo, em conflito com a Câmara Municipal de Bragança ao apoiar os médicos municipais contra as suas ordens perversas. Este caso concreto acontece por esta Câmara não querer entregar a gestão do matadouro local a um inspetor sanitário, tal como determinava o Regulamento do Matadouro Municipal em vigor.

O autor apresenta, por isso, modelos de organização de matadouros, que analisa sucintamente para evidenciar perversões do municipalismo. Em Coimbra, outro exemplo, para apontar a municipalização, entendida como nacionalização, como forma de ultrapassar as falhas de uma empresa proprietária do matadouro local.

Finalmente, o autor comprova o papel determinante de Ricardo Jorge na desmunicipalização da Saúde usando, para isso, o registo da correspondência enviada ao médico municipal, que desempenha funções de Subdelegado de Saúde, estando por isso subordinado a ele, Diretor Geral de Saúde. Neste aspeto é importante ressaltar que na Guarda é firmemente apoiado por Lopo de Carvalho e Amândio Paul.

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